Tudo sobre as vacinas para alergia

Fonte: traduzido de BERNSTEIN ALLERY GROUP INC. 2009
(folheto informativo oferecido aos Pacientes da Bernsteins Allergy Group INC. and Clinical Research de Cincinnati, Ohio, Estados Unidos)

Imunoterapia, ou vacina para alergia, é usada para tratar uma variedade de problemas alérgicos. As vacinas levam meses a anos para modificar a gravidade dos problemas dos pacientes. Acima de 85% dos pacientes que iniciam as vacinas tem algum grau de resposta favorável e elas podem ser curativas. Freqüentemente elas são eficientes em reduzir a necessidade de medicações para alergia. Seguem as respostas para algumas das questões mais comuns sobre esta forma de tratamento:

  • PARA QUAIS CONDIÇÇOES AS VACINAS PARA ALERGIA SÂO RECOMENDADAS?

As vacinas para alergia são recomendadas para pacientes com sintomas não controlados com medicação ou para aqueles incapazes de tolerar as medicações. Elas são melhor indicadas para pacientes com sintomas perenes (todas as estações do ano) ou sintomas sazonais prolongados. Elas são recomendadas para pacientes que desenvolvem rinite, chiado e asma após exposição a ácaros, gatos, esporos de fungos e polens. Vacinas para abelhas ou vespas são necessárias para aqueles pacientes que tenham experimentado reações graves, potencialmente fatais após terem sido picados por abelhas ou vespas.

  • COMO SÃO ESTAS INJEÇÕES APLICADAS E EM QUE PERÍODO DE TEMPO?

Um frasco de tratamento é feito para cada paciente, que consiste em uma mistura de extratos protéicos das substâncias ou alérgenos previamente identificados pela história e testes cutâneos. Deste frasco. Diluições são feitas ate que serão usadas em potências crescentes para construir níveis de anticorpos a níveis protetores.
Iniciando a concentrações muito diluídas uma série de injeções que são dadas sob a pele em um cronograma estrito. Inicialmente, as injeções são dadas 1 a 2 vezes por semana (Dra Adriana = 1 vez por semana), mas assim que a concentração se torna mais forte, o intervalo entre as injeções é aumentado. O objetivo é alcançar uma dose de manutenção elevada que será dada a cada 2 a 4 semanas.
Leva um mínimo de 4 a 5 meses antes dos pacientes possam dizer se seus sintomas melhoraram. Após alcançar a dose de manutenção programada, as vacinas são geralmente continuadas por 3 a 5 anos na maioria dos pacientes.

  • VACINAS PARA ALERGIA REALMENTE FUNCIONAM?

Uma vez que a dose de manutenção de um alérgeno é alcançada, a Imunoterapia tem se mostrado eficiente em aproximadamente 85% dos pacientes sendo tratados para rinite alérgica e em pelo menos 70% dos pacientes com asma alérgica. O objetivo das vacinas para alergia é provocar a formação de anticorpos protetores chamados IgG que bloqueiam o anticorpo alérgico, IgE, que são responsável pelos sintomas alérgicos. As vacinas geralmente modificam estes sintomas alérgicos tornando-os toleráveis para o paciente.
As vacinas para alergia podem também reduzir a necessidade de medicação adicional e visitas freqüentes ao médico. Em crianças, existem evidências sugerindo que a história natural da asma alérgica é encurtada pela imunoterapia.

  • QUAIS SÂO OS RISCOS POTENCIAIS DAS VACINAS PARA ALERGIA?

O maior risco das vacinas é uma reação alérgica sistêmica ou anafilaxia, que geralmente inicia em até 20 minutos após o paciente ter recebido a injeção e é caracterizada pelo prurido. urticária e dificuldade respiratória. ESTA REAÇÃO DEVE SER TRATADA IMEDIATAMENTE COM ADRENALINA! Devido ao riso potencial de anafilaxia, as vacinas deveriam ser dadas em consultório médico ou serviço médico onde tratamento de emergência possa ser facilmente administrado. Reações locais a Imunoterapia são comuns e não necessitam tratamento especial. Estas reações podem ocorrer horas após a injeção. Se uma reação local de uma injeção for maior que o tamanho de uma moeda,você deveria informar o seu médico Alergista, pois um ajuste de dose pode ser necessário.

  • PODEM AS VACINAS SEREM FEITAS DURANTE A GESTAÇÃO?

Sim. Estudos tem mostrado que mulheres grávidas podem continuar a Imunoterapia durante a gestação se elas estavam recebendo as vacinas previamente. Não há risco significativo deste tratamento para as mães ou seus bebês. A imunoterapia, entretanto, não é iniciada durante a gestação.

  • EXISTE ALGUM MEDICAMENTO QUE NÃO DEVERIA SER TOMADO ENQUANTO O PACIENTE ESTIVER RECEBENDO A IMUNOTERAPIA?

Medicamentos beta-bloqueadores usados para tratamento de problemas cardíacos e hipertensão não deveriam ser tomadas com a Imunoterapia. Exemplos de beta-bloqueadores são Inderal, Cogard, Lopressor e Tenormin ( EUA) Brasil: Propanolol, Atenolol, etc

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