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Clínica Adriana Schmidt

AQUI É O LUGAR DE SE SENTIR BEM

Adriana Schmidt
26/jun/2019

Quando a pele coça, é alergia?

Durante os meses mais frios do ano, a pele pode parecer seca, pruriginosa ( coçar) e vermelha. Isto pode não ocorrer não somente pelo frio. Pele vermelha, descamativa e pruriginosa pode ser um sinal de alergia.
Duas condições cutâneas freqüentes associadas a coceira são urticária e eczema ou dermatite.
Muitas pessoas sofrem de alergias cutâneas por todo ano, mas com um diagnóstico preciso e tratamentos apropriados os sintomas são reduzido ou até eliminados.
Caso você tenha uma erupção cutânea ou uma coceira incomum, contate um Alergista ou Dermatologista que irá trabalhar com você para determinar a causa, se alérgica, irritativa ou outros desencadeantes.


Adriana Schmidt
26/jun/2019

Na tinea pedis (dos pés) existe a formação de rágades no espaço interdigital ( lesões entre os dedos). Geralmente no quarto espaço interdigital, podendo estender-se para o dorso dos dedos, principalmente para a sola dos pés. O prurido pode ser intenso, e o uso prolongado de sapatos fechados e abafados ( tipo tênis), associado a umidade pode levar a uma exacerbação aguda, com acentuada inflamação e descamação. Deve-se evitar o uso de sapatos anafados, preferir meias de algodão e manter o espaço interdigital sempre seco. Drogas atimicóticas tópicas e na forma de talco são úteis, assim como ferver as meias e desinfetar os sapatos, para prevenir a reinfeção.

 


Adriana Schmidt
26/jun/2019

ALERGIA À MEDICAMENTOS:

A alergia a medicamentos é ocorrência relativamente rara face a outras alterações que podem ocorrer em virtude da administração de medicamentos – reações adversas ou efeitos colaterais, intolerância, toxicidade, interações medicamentosas,etc. A reação alérgica propriamente dita a medicamentos é mais comumente observada com medicamentos contendo analgésicos (Dipirona, Novalgina) e antiinflamatórios não-hormonais (AAS, aspirina), sulfas (Bactrin, Infectrin) ou antibióticos (penicilinas, amoxacilinas), e, raramente outros medicamentos, como os anestésicos locais, relaxantes musculares, etc.
As reações mais comumente encontradas são: edema (inchaço) da face, urticária (placas avermelhadas e elevadas com coceira), e mais raramente, desconforto respiratório, diarréia e vômito . O comprometimento respiratório e cardiovascular importante, como tosse, falta de ar, aceleração cardíaca e diminuição abrupta na pressão arterial, caracteriza um quadro de anafilaxia e requer pronto atendimento hospitalar – quanto mais imediata for a reação após o contato com o medicamento, mais grave poderá ser a mesma. As reações alérgicas a medicamentos mais freqüentes são aquelas limitadas a pele, e reações anafiláticas propriamente ditas, com risco a vida, são felizmente extremamente raras e tratáveis em ambiente hospitalar, sendo indicada a pronta administração de adrenalina intramuscular entre outros cuidados intensivos. Os testes alérgicos para medicamentos são de difícil obtenção e execução, e os testes de provocação com o medicamento (em caso de dúvidas) são os mais indicados, desde que feitos em ambiente hospitalar e sob supervisão médica direta. Havendo a reprodutibilidade da reação com o medicamento suspeito, é orientada a suspensão imediata do uso do medicamento. O paciente deve ter ciência dos medicamentos que contenham a substância causadora da alergia para evitar ingestão acidental do medicamento em associação com outros fármacos (um exemplo era a ocorrência de reação alérgica à ingestão de sal de frutas Eno em pacientes alérgicos a aspirina). Para medicamentos de uso indispensável e/ou contínuo poderá ser feita a dessensibilização específica, porém havendo a suspensão do uso os sintomas reaparecerão no próximo contato com o medicamento, tornando este procedimento pouco utilizado. O mais racional sempre é evitar o contato com o medicamento causador da reação alérgica. Quando o paciente apresentou anafilaxia, sugere-se que tenha sempre consigo placa de identificação.
Cumpre salientar que “desmaios” ou queda súbita com hipotonia ( amolecimento muscular) momentâneo após injeção intramuscular não caracterizam reação alérgica, mas sim síncope vaso-vagal, reação temporária e relacionada mais a agulha que ao medicamento injetado.

ORIENTAÇÕES GERAIS EM ALERGIA A MEDICAMENTOS:

Não tome remédios de fórmula desconhecida e sem receita médica.
Procure um Pronto Socorro se logo após a ingesta de qualquer medicamento ocorrer inchaço de pálpebras, lábios e extremidades, lesões na pele , falta de ar, tosse e sibilos, ou coceira na garganta com sensação de asfixia. Os medicamentos substitutos devem apresentar baixo índice de reações alérgicas, porém estas podem ocorrer. Usar medicamentos com cautela, observando sempre possíveis reações. Em caso de dúvidas, um Alergista deve ser consultado.


Adriana Schmidt
26/jun/2019

Cigarro: Não arrisque a saúde de seus filhos

(fonte: Patient Update- AAAAINews- Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia)

O fumo passivo é uma preocupação maior para os pacientes asmáticos, especialmente para crianças com asma. A exposição ao tabaco aumenta o risco para a criança não apenas de desenvolver a doença, mas também aumenta o número de hopitalizações e faltas escolares devido a crises de asma para pessoas convivendo nestas condições.
Aproximadamente 21 milhões de crianças americanas moram em casas onde alguém fuma pelo menos 1 vez na semana e mais de 19 milhões de crianças moram em casas onde há um fumante todos os dias.
EXPOSIÇÃO PRECOCE:

Muitas crianças são expostas a fumaça de cigarro mesmo antes de terem nascido. Pesquisas tem mostrado que, mesmo que um feto não possa respirar, as crianças que nascem de mães fumantes tem um risco significativamente maior de apresentar:

• Função pulmonar reduzida
• Sibilos
• Asma
• Pequeno peso ao nascimento
• Desenvolvimento de doenças alérgicas
Além disso, uma mulher grávida não tem que ser fumante para colocar o seu filho em risco. Uma exposição do bebê ainda em gestação ao cigarro está associado com uma maior incidência de asma mais tarde na vida.

Os riscos que as crianças apresentam pela exposição ao tabaco não termina com o nascimento. Por exemplo, a exposição a fumaça do cigarro está associada a Sídrome da morte súbita infantil (SIDS). Esta associação pode estar relacionada ao fato de que os recém-natos de mães que fumaram tem uma capacidade respiratória diminuída e uma resposta reduzida a baixos índices de Oxigênio.
CRIANÇAS ESPOSTAS A FUMAÇA DE CIGARRO TAMBÉM TEM RISCO AUMENTADO DE :

  • Tosse
  • Sibilos ( chio no peito)
  • Infecções de ouvido
  • Bronquite
  • Pneumonia
  • Doenças alérgicas e internamentos por asma
  • Diminuição na função pulmonar e resposta pulmonar anormal a irritantes

Filhos de fumantes também são mais propensos a retirada de amígdalas e ter mais dias afastados da escola por ano

EFEITOS POTENCIAIS A LONGO PRAZO:

Os riscos da exposição ao cigarro podem não terminar na infância. Há evidências que crianças maiores e adolescentes modelam seu comportamento espelhando-se nos pais fumantes. Adolescentes que fumam podem experimentar danos físicos pelo fumo muito rapidamente.
O cigarro é um problema de saúde pública, mas há passos que os pais devem seguir para reduzir a exposição de seus filhos à fumaça do cigarro dentro de casa. Se você fuma, seria melhor para sua própria saúde que você parasse de fumar. Se você não consegue parar, por favor faça o que é melhor para os seus filhos e nunca exponha eles a fumaça do cigarro.

  • Não fume dentro de casa nem permita que outros o façam
  • Opte por nunca fumar na presença de crianças, especialmente bebês e crianças pequenas, pois eles são particularmente suscetíveis aos efeitos do fumo passivo.

Adriana Schmidt
26/jun/2019

O que é asma (“bronquite asmática”)? 

A asma – popularmente conhecida como “bronquite asmática” é uma patologia crônica caracterizada pela inflamação dos brônquios, canais que levam o ar da traquéia para os alvéolos respiratórios. Com a inflamação, os brônquios se tornam mais sensíveis e tendem a se fechar mediante certos estímulos (viroses, mudanças bruscas de temperatura, poluentes, alérgenos, exercícios físicos, stress, etc…), fazendo com que o paciente tenha crises de tosse, falta de ar e chiado. O chiado ocorre porque o ar está passando por brônquios estreitados. Nem todos que tem asma tem chio, alguns pacientes apresentam tosse apenas.


Adriana Schmidt
26/jun/2019

Quando a cirurgia para rinite está indicada? 

Quando associado ao quadro alérgico existem alterações anatômicas importantes, como um desvio de septo acentuado, hipertrofia (aumento exagerado no tamanho) de adenóides ou de cornetos. A cirurgia vai corrigir este defeito específico, pouco alterando o prurido ou os espirros, uma vez que o paciente não vai deixar de ser alérgico.


Adriana Schmidt
26/jun/2019

Quando estão indicadas as vacinas para alergia? 

Também chamados de vacinas para alergia, é uma forma de tratamento mas definitivo para determinadas alergias (como de ácaros e polens, por exemplo). O tratamento é feito com extratos purificados doas alérgenos aos quais o paciente é sensibilizado, semanal a mensal, através de injeções subcutâneas. O tratamento é caro e prolongado, e há risco de reações alérgicas durante o procedimento, por isso só deve ser feito com indicação do médico alergista, e sob sua supervisão direta.


Adriana Schmidt
26/jun/2019

O que é Imunoterapia?

Também chamados de vacinas para alergia, é uma forma de tratamento mas definitivo para determinadas alergias ( como de ácaros e polens, por exemplo).. O tratamento é feito com extratos purificados doas alérgenos aos quais o paciente é sensibilizado, semanal a mensal, através de injeções subcutâneas. O tratamento é caro e prolongado, e há risco de reações alérgicas durante o procedimento, por isso só deve ser feito com indicação do médico alergista, e sob sua supervisão direta.


Adriana Schmidt
26/jun/2019

Respiratórias


O que é Controle Ambiental e como ele pode ser realizado?

No tratamento das doenças respiratórias alérgicas, um dos fatores mais importantes, sem dúvida, é o cuidado ambiental, que consiste em evitar o contato com substâncias alergênicas ou nocivas ao aparelho respiratório. A poluição atmosférica, a fumaça de cigarro e a exposição aos alérgenos ( causadores de alergia, como pó, ácaros e mofo) propiciam a piora dos sintomas.
Na asma e rinite, o cuidado ambiental se torna mais específico devido principalmente aos ácaros, seres microscópicos que vivem na poeira, e que são os principais responsáveis pelo desencadeamento de sintomas em grande parte dos pacientes.

Para os pacientes com alergia ao pó e ácaros são recomendáveis os seguintes cuidados:

  • Evitar a exposição de objetos que acumulem pó, tais como : livros, caixas, revistas, bichos de pelúcia, almofadas, móveis estofados, quadros, papel ou tecidos de parede, etc… Manter livros, enfeites e brinquedos sempre dentro dos armários.
  • Retirar carpetes e tapetes, dar preferencia para pisos de madeira, paviflex, cerâmica, fórmica ou outros materiais sintéticos.
  • Revestir colchões e travesseiros com capas impermeáveis (à venda em lojas de produtos para alérgicos) ou plástico, corvim, napa ou outro material impermeável.
  • Retirar as cortinas da casa e do quarto do paciente (principalmente) ou utilizar cortinas de tecido leve, lavando-as a cada 2-4 semanas, ou ainda persianas lisas de PVC
  • Trocar a roupa de cama freqüentemente ( 1 a 2 vezes/semana).
  • Trocar os cobertores de lã por endredons, que devem ser lavados com água quente a cada 2 semanas.
  • Retirar plantas do interior da casa, pois estas podem trazer umidade e mofo.
  • A limpeza da casa deve ser feita com pano úmido e aspirador de pó. Evitar uso de vassouras, flanelas secas, espanadores de pó e produtos de limpeza de cheiro forte ou irritantes.
  • Não fumar dentro de casa (o cigarro está associado a uma incidência 5 vezes maior de doenças respiratórias)
  • Evitar animais domésticos (gatos, cães, aves), principalmente no interior da casa. Além de causarem alergias por si só, eles são fonte de ácaros.
  • Caso tenha animais em casa, dar banho semanalmente e evitar que os mesmos tenham acesso aos quartos, mantendo-os fora de casa preferencialmente ou restritos a áreas de serviço, como lavanderias, e lavando com água quente 1 vez na semana o seu dormitório (cobertor, colchonetes), pois tais tecidos se tornam reservatórios de alérgenos.
  • Nos locais com mofo, aplicar água sanitária ou ácido tânico a 3% e após lixar e pintar, ou repetir a aplicação de água sanitária.
  • Manter o paciente alérgico fora de casa ou em outro cômodo, quando esta estiver em reforma, pintura, dedetização ou no momento da limpeza.
  • Aplicar um mistura de 1 L de água e 1 colher de sopa de vinagre ou 1 parte de Lysoform bruto para 5 partes iguais de água, uma vez por semana, nos pisos, carpetes, interior de armários e colchões revestidos

Dra. Adriana Schmidt - 2019